domingo, 26 de junho de 2011

Projeto Tesourinha é premiado no 12º Cosmo Beauty Congress



Ivan Stringhi esteve presente no congresso de beleza, saúde e bem-estar organizado pela Vita Derm Hipoalergênica, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. Sob o tema "Beauty em 3D", o evento premiou alguns destaques do mercado da beleza entre os dias 19 e 20 de junho, entre eles o Projeto Tesourinha.

Stringhi, idealizador deste trabalho social, subiu ao palco para receber o Trófeu Ulrica D'orey de Beleza na categoria Projeto Social Destaque. Emocionado e satisfeito, ele destacou o trabalho de toda a equipe nestes quase 20 anos de dedicação à sociedade, carente de oportunidades.

“É um grande prazer poder receber esse prêmio em uma data tão especial. Não posso deixar de citar todas as pessoas que fizeram e fazem a história do Projeto Tesourinha. Tenho um time muito forte, inclusive as empresas parceiras e apoiadoras, que colaboram efetivamente para a continuação desse sonho”, destaca.



Mais de seis mil participantes de todo o País compareceram ao evento e puderam conhecer mais a respeito de temas do segmento de estética: reestruturação cutânea facial, tendências e atualidades em princípios ativos, pré e pós-operatório em mamas e protocolos de eficácia para hipotonia (flacidez muscular), celulite e adiposidade.



Conheça mais sobre o Projeto Tesourinha no site:
www.projetotesourinha.org.br

Tadeu Inácio
http://ivanstringhi.com.br/?intSecao=2&intConteudo=41

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Turma de soldados feminina da PM recebe Ivan Stringhi



A Escola Superior de Soldados, localizada em Pirituba, recebeu o hair stylist Ivan Stringhi durante evento de recepção à nova turma de soldados feminina da Polícia Militar do Estado, realizado no final de maio. Na ocasião, o cabeleireiro teve a oportunidade de conhecer o trabalho da corporação, além de palestrar sobre a importância da beleza e ensinar dois novos “looks” às aspirantes.



Depois de seis anos, foi a primeira turma feminina a ingressar no curso. Em meados de 2012, as 172 soldados que estiveram no evento estarão aptas para o exercício da profissão. Stringhi falou sobre a preocupação de manter uma boa postura em relação à beleza também no ambiente profissional, e ensinou dois penteados à turma: um chanel e um coque (para as militares de cabelo comprido). Uma aspirante ainda teve a oportunidade de receber um corte demonstração.

Ao final, o cabeleireiro agradeceu a recepção e o carinho de todos, com destaque à Tenente Coronel e Comandante da Escola de Formação de Soldados, Rosa de Cássia Suzuki. “Sou muito grato a todos por me receberem tão bem. Espero ter deixado algo de útil na vida de cada uma delas. Foi um imenso prazer”, discursou.



Tadeu Inácio

http://projetotesourinha.org.br/?intSecao=10&intConteudo=80

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bullying? Presente!



Ataque psicológico, físico e social. Como você se sente quando é intimidado ou humilhado?

Presente nas sociedades ao redor do mundo contemporâneo, este problema é conhecido como bullying (bully = “valentão” em inglês). O termo abrange todas as formas de atitudes agressivas, físicas ou verbais - intencionais e repetitivas - que ocorrem sem motivos evidentes. Costumeiramente, são exercidas por um ou mais indivíduos. O objetivo dos agressores é intimidar a vítima sem que ela tenha a capacidade de defesa. Relação desigual de forças e poder.

Abalo emocional, dor, aflição e angústia a adultos e crianças. Desejo de dominar ou atacar pessoas vistas como mais sensíveis ou retraídas, visões preconceituosas sobre indivíduos considerados diferentes da maioria, excluir do convívio social os que se destacam intelectualmente. Muitos são os motivos para que a prática do bullying ocorra. O problema pode acontecer em qualquer ambiente onde há interação entre pessoas: escolas, universidades, na própria família, no trabalho, na vizinhança, entre outros.

O bullying começou a ser estudado na região da Escandinávia (norte europeu) nos anos 70, pelo pesquisador sueco Dan Olweus, professor da Universidade de Bergen, na Noruega. Ele passou a analisar o tema porque percebeu haver um alto índice de relação entre suicídios e vitimização de maus tratos no ambiente escolar. No Brasil, as pesquisas começaram em meados do ano 2000.

Recentemente, o portal Brasil Escola realizou um estudo sobre o tema com alunos de instituições públicas e particulares. Os pesquisadores revelaram que as humilhações típicas do bullying são mais comuns entre os estudantes da 5ª e 6ª séries. O destaque negativo da pesquisa ficou por conta de Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. O trio aparece à frente no ranking de maior incidência dessa prática no País.

De acordo com especialistas, o problema se divide em duas denominações: o bullying direto (forma comum entre os agressores masculinos), e o indireto (constante entre mulheres e crianças, tem como característica o isolamento social). Geralmente, em ambos os contextos, as vítimas temem o agressor em função das ameaças ou mesmo a concretização da violência. Enquanto isso, as testemunhas se calam. O silêncio surge como propósito de não ser o próximo da lista.

Atenção na escola e no emprego

O número de vítimas aumenta a cada dia. Um dos casos mais emblemáticos fora revelado há pouco tempo. O presidente dos EUA, Barack Obama, durante um evento sobre a prevenção do bullying, na casa Branca, afirmou ter sido vítima deste problema quando era estudante. Ele ressaltou a necessidade de combater o problema, que, segundo o governo norte-americano, atinge 13 milhões de crianças a cada ano no país.

Não podemos deixar de citar a tragédia ocorrida na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (RJ), no início de abril, que culminou com a morte de 12 crianças (até o fechamento desta edição) e alguns feridos. Depoimentos colhidos na investigação pela polícia fluminense indicaram que o atirador Wellington Menezes teria sido vítima desta prática durante o período escolar. "Desde pequeno ele tinha distúrbio mental e sofria isso que chamam de bullying", diz A., seu irmão adotivo de 44 anos.

Os agressores não fazem distinção de camadas sociais e estão presentes em escolas públicas e particulares em todo o mundo. No Brasil, 21% dos casos registrados ocorrem dentro da sala de aula. Esses dados foram obtidos na pesquisa “O Bullying Escolar no Brasil”, organizada pela Plan Internacional - ONG voltada para os direitos da infância -, que ouviu mais de cinco mil alunos, entre 5ª e 9ª séries, além de professores, gestores de ensino e familiares de estudantes.

No Sudeste, 47% dos estudantes declararam ter vivenciado situações assim. No Norte, este número cai para 23%. Os pesquisadores identificaram que o problema é mais frequente no Ensino Fundamental, a partir da 5ª série. Os meninos costumam apelar com agressões físicas, enquanto as garotas optam pelos atos verbais ofensivos.

Pioneira, a pesquisa ainda aponta que tanto a vítima quanto o agressor tendem a baixar seus respectivos rendimentos escolares. O primeiro passa a maior parte do tempo angustiado, enquanto o segundo perde tempo e se distrai mais. As instituições de ensino, geralmente, não admitem a ocorrência do problema entre seus alunos, desconhecem ou se negam a enfrentá-lo.

No entanto, os desprazeres sofridos pelas vítimas não se restringem apenas às escolas ou aos mais jovens. Eles também podem ser encontrados no ambiente de trabalho. A opinião recorrente entre os especialistas é que esse comportamento seja mais comum entre profissionais que ocupem cargos de chefia. Todavia, também pode ser diagnosticado em um colega da mesma hierarquia. Mas atente-se: é preciso saber diferenciar essa situação de um conflito normal de trabalho.

Infância: Presente e futuro comprometidos

Segundo a psicóloga Maria Maldonado, membro da American Family Therapy Academy, “o bullying sempre aconteceu em todas as escolas, mas por muito tempo a sociedade o considerou ‘brincadeira de criança’ (inclusive os apelidos) e não deu maior importância ao tema”. Por sua vez, as testemunhas, na grande maioria, convivem com a violência absolutamente caladas.

Além disso, os jovens que passam por estas situações podem se tornar adultos com baixa autoestima, negativos, com problemas de relacionamento ou até adquirir comportamento agressivo. Quando o caso é de situação extrema, a vítima pode tentar ou cometer suicídio. A intimidade e o diálogo podem contribuir neste processo. Pais atentos podem identificar o problema.

“Devemos estar atentos a cada indivíduo como um ser único. É importante valorizar o diálogo para ser criado um espaço de confiança entre o profissional e o paciente para, posteriormente, encontrar uma possível saída que amenize o sofrimento. O psicólogo ajuda os pacientes a retomarem as habilidades que estão ocultas devido ao trauma”, analisa a psicóloga Andreia Menezes.

Sinal de alerta aos pais

Cada qual tem a sua particularidade e absorve o bullying de uma maneira. Geralmente, as vítimas apresentam algumas características em comum:

- Não querer ir às aulas;
- Dor de cabeça, de estômago, suor frio;
- Baixa concentração;
- Queda do rendimento escolar;
- Tensão, preocupação e cansaço;
- Frustração e inquietude física.

Vítima e autor: é preciso escutá-los

Os pais têm um papel muito importante na formação dos filhos. E devem criar desde cedo o hábito do diálogo sobre o cotidiano e estabelecer relação de confiança. “No decorrer deste trajeto pode acontecer algo inesperado e devemos saber lidar com a situação adversa. Incentive, ouça e acredite no que a criança relata. Depois, procure a ajuda de um profissional”, acrescenta Andreia. Há um consenso de que os pais nunca devem ignorar ou minimizar o problema da criança, tampouco estimular a agressão ou revide.

Por outro lado, o autor das agressões costuma ser uma pessoa com pouca empatia e pertencente a uma família desestruturada. Os pais que passam por esta situação devem mostrar ao filho que se divertir à custa do sofrimento dos outros é inaceitável. É de grande valia destacar que ele pode desenvolver outras maneiras de se sobressair utilizando habilidades pessoais.



Cyberbullying

Infelizmente, os meios tecnológicos (que seriam teoricamente para melhorar e facilitar nossas vidas) são utilizados para a prática do que ficou conhecido como “cyberbullying”. Nele, as variadas ferramentas da web são usadas para caluniar e perseguir pessoas perante a “sociedade virtual”. O Facebook, por exemplo, anunciou recentemente a criação de ferramentas para combater a atividade dos agressores.

Líderes políticos europeus estão de olho neste assunto e nos dão um bom exemplo. O projeto de internet segura, organizado pela União Europeia, investirá até 2013 quase 55 milhões de euros (R$ 127 milhões) no combate a conteúdos ilegais e materiais ofensivos. No Brasil, os projetos ainda engatinham...

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou no final do ano passado uma cartilha para ajudar pais e educadores brasileiros a prevenir o bullying nas suas comunidades e escolas. O material está disponível gratuitamente na internet. Vale a pena conferir.

Contudo, o ideal é toda a sociedade trabalhar, principalmente junto aos mais jovens, o conceito de que agressão não é diversão. Mudar certas condutas é imprescindível.

Tadeu Inácio
*Texto publicado na edição 38 da Revista Mais Destaque, seção Comportamento

terça-feira, 22 de março de 2011

Estresse, um "amigo" íntimo



Um dos maiores problemas enfrentados na primeira década do século 21 cresce a cada dia e atinge milhões de pessoas. A dura rotina contribui para o crescimento no número dos casos. No Brasil, as mulheres lideram as estatísticas


Família, casa, relacionamento, trabalho, problemas pessoais e emocionais, insegurança trânsito, contas a pagar, obrigações diárias... Ufa! Todos estes itens estão presentes na rotina de cada um de nós, e tornam-se cada vez mais evidentes em função do ritmo acelerado que vivemos. No entanto, as particularidades de cada ser, envolvido em suas reações e emoções, fazem com que a absorção dos impactos gerados oscile entre o completo bem-estar e a preocupação plena, o desgaste, popularmente conhecido como estresse. Ele não deve ser encarado como uma doença, mas, sim, uma reação do organismo a uma ou mais sobrecargas.

Algumas mudanças em nossas vidas têm o potencial de causar estresse, tanto as boas quanto as más. Então, a situação ocorre de forma gradativa e variada, dependendo da intensidade do acontecimento, que pode ir desde a morte do cônjuge - o índice máximo na escala definido pelos especialistas - até pequenas infrações de trânsito ou mesmo a saída para as sonhadas férias. De modo agudo ou crônico, certos eventos em nossas vidas são capazes de gerar estresse, que caracterizam a situação de trauma (lesão ou dano) psíquico.

Atualmente, a incidência do estresse no Brasil atingiu números relevantes: 32% da população adulta sofrem com esse problema. As mulheres correspondem à maior parcela atingida. Talvez, as mudanças no papel e deveres assumidos da mulher do século 21 seja o grande fator para que isso ocorra. A multiplicidade de papéis, aliando as responsabilidades profissionais com as responsabilidades de cuidar da casa e dos filhos é um dos principais motivos que fazem as mulheres liderarem tais estatísticas.

Outro fator a ser analisado é a globalização e o avanço de novas tecnologias. Elas são apontadas pelos especialistas como o grande motivo existente em prol deste problema, pois exigem adaptações constantes, e todo processo de adaptação tem o poder imediato de desencadear o processo estressante. “O Brasil, como todo país em desenvolvimento, está no centro de um processo de mudanças intensas, incluindo mudanças de valores, princípios, hábitos, tecnologia, pensar e fazer. Assim, o estresse vai se tornando cada vez mais frequente”, afirma Marilda Lipp, doutora e fundadora do Centro Psicológico de Controle do Stress (CPCS) - primeira entidade na América Latina destinada a pesquisar este problema.

Vivemos o milênio das mudanças, da reorganização mundial, do entrosamento e globalização de valores e da transferência de tecnologia. Os problemas relacionados ao estresse são grandes, mas temos a capacidade de aprender estratégias para enfrentá-los. “Mais do que nunca, é preciso - e possível - desenvolver mecanismos de adaptação que garantam não só a sobrevivência, mas também uma vida de melhor qualidade para todos nós”, completa Lipp.

Autoridades gabaritadas na área da saúde analisam o estresse como resultado de uma reação que o nosso organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis. Deste modo, nestas circunstâncias, a primeira coisa que ocorre em nosso corpo é uma considerável descarga de adrenalina. Os órgãos sentem, e muito. Dentre eles, os mais afetados são os que constituem o aparelho circulatório (sangue, coração e vasos sanguíneos) e o respiratório (pulmões, faringe, laringe e traqueia).

De acordo com os médicos, no aparelho circulatório, a carga de adrenalina promove a aceleração dos batimentos cardíacos, conhecido como taquicardia, e uma diminuição do tamanho dos vasos sanguíneos periféricos. Sendo assim, o sangue circula mais rapidamente e gera uma melhor oxigenação, principalmente dos músculos e do cérebro. Por sua vez, o aparelho respiratório sofre com a dilatação dos brônquios, induzindo o aumento dos movimentos respiratórios para que haja maior captação de oxigênio. Descontrole da pressão arterial também pode ser um sintoma.



Estresse infantil

As pesquisas sempre trazem novos dados e assuntos relacionados ao tema. Há 20 anos, não se cogitava falar de estresse em crianças, por exemplo, e hoje se sabe que elas também sofrem com este mal.

Crianças que não conseguem saber claramente o que estão sentindo acabam se passando por malcriadas ou birrentas, quando na verdade estão sofrendo a ação do estresse excessivo. É importante que os pais ou as pessoas responsáveis estejam atentos a isso.

O problema pode ser dividido em três etapas:

1ª - Ação
Os estímulos estressores começam a agir. Nosso cérebro e hormônios reagem rapidamente, e percebemos os seus efeitos. Geralmente, não notamos o trabalho silencioso do estresse crônico nesta fase.

2ª - Resistência
Aparecem as primeiras consequências mentais, emocionais e físicas do estresse. Perda de concentração mental, depressão, palpitações cardíacas, insônia, baixa de resistência, dores musculares ou dores de cabeça frequentes são os sinais evidentes. Mas muitas pessoas ainda não conseguem relacioná-los ao estresse.

3ª - Exaustão
Esta é a fase em que o organismo capitula aos efeitos do estresse, levando à instalação de doenças físicas ou psíquicas.

É possível combatê-lo

Com o tempo e a experiência adquirida aprendemos a controlar e conviver com os problemas encontrados durante a vida e que nos causam ansiedade. Porém, cada pessoa tem um limite de problemas que consegue administrar, isso é individual. Não precisamos nos livrar de todos os problemas para melhorar. É fundamental encontrar a quantidade certa para que possamos administrá-los de maneira calma, sem estressar.
Não pense que existe uma solução mágica para combater o estresse. Não, absolutamente. O combate a esse problema exige algumas medidas. Quaisquer que sejam as dicas orientadas, o reconhecimento do problema é o primeiro passo para a cura. Programe o que fazer, o importante é tentar e mudar, independente do tempo e da idade.

Priorize a sua saúde:

- Apegue-se a Deus. Ore;
- Faça exercícios físicos ou pratique esportes regularmente. As atividades são capazes de aliviar as tensões causadas;
- Arrume um hobby ou um passatempo. Isto ajuda a desviar a sua atenção e revigora seu corpo e mente;
- Controle sua dieta. Uma alimentação completa e regrada faz a diferença na sua vida e o deixará mais perto do almejado bem-estar;
- Procure conversar mais, melhore o seu relacionamento. Esta atitude não vai curá-lo, mas ajuda a aliviar as tensões do dia a dia.
- Procure sair de férias, se for possível, e deixe de se preocupar tanto.

Aproveite as férias e “desestresse-se”!

Não leve o estresse para suas férias. Muitos viajam, mas poucos sabem relaxar. Descubra porque isso ocorre e veja como driblar os problemas relacionados às tensões.
Período de férias, alta temporada. As pessoas buscam dias de descanso, sem as apertadas gravatas e os saltos nos sapatos, no caso das mulheres. Repor as energias perdidas na incessante rotina. Ficar de “pernas pro ar” é o sonho da maioria. Desfrutar momentos de paz e sossego com a companhia dos familiares e amigos.
Exercícios físicos; alimentação adequada; desenvolvimento da espiritualidade; psicoterapia; mantenha as expectativas sob controle; esteja pronto para os imprevistos.

E quando essas sensações passam? Como reage o nosso organismo? Quando o perigo vai embora nosso organismo para com a super produção de adrenalina e tudo volta ao normal. Todavia, o mundo de hoje e todas as situações a que somos submetidos não são tão simples assim. Os problemas sempre estão “por perto”, logo ali. É necessário saber lidar com estas situações para que a saúde não seja debilitada. Seja maior que seus problemas, supere seus desafios.

Tadeu Inácio

Texto publicado na edição 36 da Revista Mais Destaque

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

7 anos da Revista Mais Destaque - Celebrar é preciso


Rafaela Pinho lançou seu novo CD

Evento em comemoração ao sétimo aniversário da MD reuniu aproximadamente mil pessoas, em duas sessões, no Teatro Gazeta

“O Presente. Sete anos de história. Motivos de sobra para comemorar”. Os dizeres que estampavam os painéis na entrada do Teatro Gazeta, localizado na Avenida Paulista - cartão postal de São Paulo -, no último mês de novembro, não poderiam traduzir de maneira melhor o sentimento presente na celebração do sétimo aniversário da Revista Mais Destaque (MD). Dividido em duas sessões, o evento contou com a presença maciça de mais de mil pessoas e com diversas participações especiais. As cantoras Laura Morena – que lançou o CD “Manhã” - e Rafaela Pinho, o quarteto Ministério JASD, o grupo Arte Viva, a Orquestra do UNASP - 1, além do pastor Neumoel Stina e do apresentador Ronaldo Fagundes marcaram presença.

A ocasião marcou para sempre a história da revista, que tinha o plano de transmitir a mensagem da volta de Jesus em seu “Presente”. Em uma ocasião ímpar como esta, não faltaram pessoas que ao longo de toda esta estrada participaram ou, em alguns casos, ainda participam efetivamente de cada conquista, a cada edição lançada bimestralmente. Familiares, amigos, leitores, anunciantes ou meros admiradores. Cada um esteve presente com o coração aberto para agradecer ao Senhor por tudo o que ocorre em nossas vidas.

Regida pelo pastor Williams Costa Jr., a orquestra do UNASP – 1, composta por 45 componentes, abriu a programação em grande estilo. Em seguida, subiu ao palco o quarteto Ministério JASD. Ao som de “Entregue em Tuas mãos o amanhã”, os músicos levaram uma belíssima mensagem ao público presente.

Agradecido pela participação, um dos cantores do quarteto, Marcos Camilo, se surpreendeu com as instalações oferecidas pelo teatro e os serviços proporcionados pela equipe de apoio, o conhecido ‘staff’. “Achei uma estrutura profissional, que vemos apenas em DVD’s norte-americanos. Tive a oportunidade de conversar, ao término do evento, com algumas pessoas. Todas afirmaram que saíram ‘alimentadas espiritualmente’ para enfrentar a semana e as dificuldades da vida. Isso me deixou muito satisfeito e honrado. Oro sempre para que a revista siga com este trabalho de evangelização”, disse.

Após a apresentação do Ministério JASD, entrou em cena o grupo Art Viva. Atualmente, o mercado tem descoberto a eficácia em usar os bonecos como meio de instruir, educar e apresentar informações culturais. Com mais de dez anos de existência, o grupo tem se notabilizado pelo manuseio de alguns personagens. Durante o evento, a plateia pôde se divertir com a performance da primeira – e experiente – boneca do grupo, Luíza. Por sinal, esta personagem tem livros lançados e faz parte de alguns projetos educativos.

“Para nós, do Grupo Art Viva, é uma satisfação estarmos aqui. Convivemos com o Marcelo desde o princípio da revista. Vemos a luta que ele tem em levar adiante este projeto. É uma benção de Deus. Em relação à peça, ela tem tudo a ver com a história da revista, pois enfrentamos algumas situações sempre com a Palavra de Deus à frente. É uma oportunidade de demonstrarmos o trabalho do Departamento Infantil existente na igreja”, conta Luiz Gesini.


Laura Morena emocionou o público

Milagre e confiança no propósito

Em sua pregação, o pastor Neumoel Stina relatou um milagre ocorrido na vida de um menino de apenas três anos de idade. Debilitado por uma fortíssima pneumonia, o pequeno, graças às bênçãos do Senhor e muita oração de seus familiares e amigos, conseguiu se recuperar.

“Pois eu sou o Eterno, o seu Deus, o Santo Deus de Israel, o seu Salvador. Dei como pagamento o Egito, a Etiópia e Seba a fim de que você fosse meu” (Isaías 43:3).

“A revista representa muito, porque ela consegue alcançar as pessoas não alcançadas por outras publicações da igreja. Os assuntos abordados são importantes e de alta relevância. As pessoas com que eu tenho conversado têm dado depoimentos muito favoráveis à publicação”, diz o pastor Neumoel Stina.

Ao falar da revista e do evento, o pastor não poupou elogios e enfatizou o real intuito da publicação. “Faço questão de parabenizar a equipe que cuida da revista. É um trabalho bonito, diferenciado. Um trabalho de Deus. Que ela possa prosperar até a volta de Jesus. Que ela continue crescendo para a glória de Deus e salvação das pessoas.”

Entre uma atração e outra, nos bastidores, conversamos rapidamente com o jornalista da Rede Novo Tempo e ex-integrante da equipe MD, Márcio Basso. Atencioso, ele contou um pouco sobe a sua relação com a revista ao longo destes anos. “Eu vejo o que Deus tem feito no trabalho desta revista. Sete é um número perfeito. Acredito em todo este trabalho, em toda a equipe, e todas as pessoas que já participaram e participam. Deus tem feito que a história desta revista seja cada vez melhor”, afirma.

A linha editorial e o conteúdo disponibilizado bimestralmente nas edições agradam ao jornalista. “A MD é um elo entre muitas instituições da igreja e o meio adventista, porém também é direcionada às pessoas não adventistas, não cristãs e àquelas que desejam conhecer o Senhor e a Sua Palavra. Espero que a revista continue sendo livre, e que possa falar abertamente do amor divino. Agradeço a Deus por fazer parte dela e de toda esta história”, relata.

Ambas as sessões contaram com a participação importante do público. Emoção e comprometimento. A dona-de-casa Anadir Romeiro esteve presente e traduziu seu sentimento em palavras. “Com Deus à frente não poderia ser diferente, o sucesso é garantido. Parabenizo toda a programação. Linda, espetacular, consagrada e iluminada. Que Deus continue abençoando este ministério a levar a mensagem de Jesus a outras pessoas”, conta emocionada.

Sob a voz encantadora da cantora Rafaela Pinho, o público ouviu as canções “Caminho, Verdade e Vida”, “Máscaras” e “O seu amor”. Com sete anos de carreira, a fluminense, que está trabalhando com o seu terceiro álbum, disse estar “honrada por ter cantado e participado” da noite de celebração.

A sequência da programação marcou o lançamento do aguardado CD “Manhã”, da afinada Laura Morena. No palco, a cantora mostrou mais uma vez o seu talento. Acompanhada pela orquestra Jovem do UNASP – 1, ela cantou algumas canções, como “Nosso Salvador”, “Liberdade” e “Encontrei a Solução”, emocionando a plateia. O telão apresentou algumas cenas da produção deste novo trabalho.

“Poucas pessoas têm a oportunidade de ter um pai produtor, pianista, arranjador, e eu tenho. Se não fosse ele, junto ao meu irmão, o projeto não teria saído. Tenho o privilégio de ter a minha família envolvida ativamente, me ajudando. Além de tudo o que o Senhor me deu, tenho todos eles”, analisa Laura Morena.

O nascimento de um sonho evangelístico

Em meados de 2003, o cenário vivido ao redor do mundo nos trazia desconfiança e temor. Mudanças políticas, crise financeira mundial e o risco de uma pandemia. No Brasil, o início do governo Lula. Nos nossos “hermanos” argentinos, a posse de Néstor Kirchner, falecido recentemente. Os rumores de guerra no Iraque, o medo dos mísseis, e a explosão do ônibus espacial Colúmbia no espaço aéreo norte-americano. A captura do ditador Saddam Hussein...

Ao longo destes sete anos, o objetivo da revista sempre foi aliar a Palavra do Senhor, por meio do evangelho e dos princípios de Deus, e a informação, com temas de apelo social e de fundamental relevância nos dias de hoje. Enfim, como um ministério voltado à igreja, contribuir positivamente na vida de milhares de pessoas, cristãs ou não, trazendo uma mensagem de paz, amor e que agregue conhecimento, as encaminhando ao Criador.

Durante este período, a MD passou por diversas e significativas mudanças. Alterações no formato, logotipo, diagramação, impressão e tiragem são algumas delas. “Todas elas ocorreram com um só intuito: proporcionar uma leitura de mais qualidade a todas as pessoas que gostam e acompanham o trabalho. Crianças, jovens, adultos e ‘a boa idade’, não importa. Cada qual tem o seu espaço e assuntos inerentes à faixa etária”, acredita o diretor Rafael Sampaio.

Os antenados na rede mundial de computadores, a internet, também não ficaram de fora quando o assunto envolve as mudanças ocorridas recentemente. Para tanto, foram criadas nos últimos meses ferramentas visando uma participação e aproximação maior entre a revista e o público leitor. Orkut, site e blog já se tornaram praticamente obsoletos se compararmos o atual nível de crescimento e desenvolvimento visto em toda a web. Recentemente, foram inseridos na rede perfis no Facebook e no Twitter. Ah! Vale lembrar que o nosso novo site está em fase final de desenvolvimento, quase pronto para entrar no ar.

Por sinal, a equipe engajada neste projeto – leia-se sócios, jornalistas, colaboradores, parceiros e anunciantes – acredita que o caminho a ser percorrido seja grande, mas nos encontramos na direção correta. “A aceitação e o incentivo de todas as pessoas envolvidas nos fazem crer que o objetivo, pouco a pouco, vem sendo alcançado”, analisa o diretor Marcelo Inácio.

Revista Mais Destaque - a palavra que importa

Tadeu L. Inácio

*Texto publicado na edição 36 da revista Mais Destaque

www.maisdestaque.com.br