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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Ortiz fala sobre qualificação profissional na FIESP
A importância dos profissionais de Recursos Humanos (RH), a necessidade de qualificação profissional e a relação capital, trabalho e Estado foram os destaques na cerimônia que marcou a abertura do Fórum Capital Humano – Ferramentas de Desenvolvimento e Competitividade. O evento reuniu especialistas do setor, no Teatro SESI/ FIESP para discutir uma nova visão sobre o papel do capital humano nas empresas. Entre outras autoridades, estiveram presentes o ministro do Trabalho, Carlos Daudt Brizola Neto; o secretário de Estado do Emprego, Carlos Ortiz; e Paulo Skaf, presidente da FIESP/SESI/SENAI.
O “Projeto Capital Humano” foi elaborado pelo Departamento de Ação Regional (Depar) com o objetivo de maximizar as ações da instituição no atendimento às demandas da indústria por mão de obra qualificada. “É importante discutirmos, junto aos profissionais de RH, os avanços de qualificar, empregar e manter as pessoas em seus postos de trabalho. Trabalhamos o fortalecimento do tripartismo por meio das Comissões Municipais de Emprego (CMEs)”, discursou Ortiz.
“Com essas discussões, identificamos junto às empresas os tipos de mãos de obra carentes nas cidades. O intuito da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) é qualificar para empregar, mas, para isso, precisamos do comprometimento social por parte dos empresários”, concluiu Ortiz sob aplausos.
Na sequência, Brizola Neto ratificou o momento especial vivido no país, principalmente na questão relativa à convergência de interesses e objetivos. “As medidas adotadas, recentemente, pelo Governo Federal visam gerar maior competitividade sem afetar o trabalho ou indagar as questões do trabalhador de uma forma geral”, salientou.
Por fim, Paulo Skaf enumerou iniciativas do Sistema Fiesp para melhorar a qualidade da educação do país. Entre elas, o novo telecurso em conjunto com Fundação Roberto Marinho e o governo do Estado de São Paulo para proporcionar cursos de MBA (em Gestão) a 3,2 mil diretores de escolas públicas e as parcerias com prefeituras para adoção do Sistema Sesi de ensino.
Confira fotos no Flickr
Tadeu Inácio
Notícia publicada no site da SERT
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Trabalho Decente: Ministros prestigiam abertura; discussões começam nesta quinta-feira
Carlos Ortiz, secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho(SP)
Foto: Renato Ilha (Força Sindical)
Diálogo social e fortalecimento dos atores tripartites são destacados
O secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Ortiz, esteve presente na abertura oficial da 1ª Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente (CNETD), realizada no final de tarde desta última quarta-feira (08), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. A bancada foi formada por representantes dos formadores do modelo tripartite: governo, empregador e trabalhador.
Entre outras autoridades, compuseram a mesa Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República (representando a presidente Dilma Rousseff); o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto; Garibaldi Alves Filho, ministro de Estado da Previdência Social; Vagner Freitas de Moraes, presidente da CUT; Robson Braga de Andrade, presidente da CNI; Luiz Cláudio Romaneli, presidente do FONSET; e Elizabeth Tinoco, diretora regional da OIT.
Em seu discurso, Brizola Neto destacou a importância do encontro, que coloca o Brasil na vanguarda da discussão sobre o trabalho decente, além de enfatizar a necessidade da construção de uma agenda. “Esse processo será de suma importância para mostrar o caminho que o nosso país deve trilhar a partir dos próximos dias. Afinal, o trabalho é a fonte propulsora e o motor do progresso”, disse.
Brizola Neto também salientou o papel econômico em todo este cenário. “Desenvolvimento econômico e justiça social. Um não existe sem o outro. A partir dessas discussões, surge um novo caminho para um novo mundo. Não haverá trabalho decente sem uma economia igualmente decente. Essa 1ª conferência representa um passo importante de afirmação àquele Brasil que desejamos: rico e definitivamente sem pobreza”, finalizou.
1º dia de discussões nas salas temáticas
Norteados por quatro eixos temáticos (Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho, Proteção Social, Trabalho e Emprego e Fortalecimento do Tripartismo e do Diálogo Social como instrumento de governabilidade democrática), a partir desta quinta-feira (09), mais de 1250 delegados se dividem em 12 grupos temáticos para discutir alguns temas inerentes às salas. São elas:
- Igualdade de oportunidades e de tratamento, especialmente para jovens, mulheres e pessoas negras;
- Negociação coletiva e políticas de valorização do salário mínimo;
- Saúde e segurança no trabalho;
- Prevenção e erradicação do trabalho infantil, do trabalho escravo e do tráfico de pessoas e migração para o trabalho;
- Informalidade e seguridade social;
- Fortalecimento dos atores tripartites e do diálogo social;
- Políticas macroeconômicas de crédito e investimento para a geração de mais e melhores empregos;
- Sistema público de emprego, Trabalho e Renda e educação profissional;
- Micro e pequenas empresas, empreendedorismo e educação profissional;
- Emprego rural e agricultura familiar;
- Empresas sustentáveis e cooperativas;
- Empregos verdes e desenvolvimento territorial sustentável; empreendimentos de economia solidária e inclusão produtiva de grupos vulneráveis.
Tadeu Inácio
Matéria publicada no site da SERT
Foto: Renato Ilha (Força Sindical)
Diálogo social e fortalecimento dos atores tripartites são destacados
O secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Ortiz, esteve presente na abertura oficial da 1ª Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente (CNETD), realizada no final de tarde desta última quarta-feira (08), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. A bancada foi formada por representantes dos formadores do modelo tripartite: governo, empregador e trabalhador.
Entre outras autoridades, compuseram a mesa Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República (representando a presidente Dilma Rousseff); o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto; Garibaldi Alves Filho, ministro de Estado da Previdência Social; Vagner Freitas de Moraes, presidente da CUT; Robson Braga de Andrade, presidente da CNI; Luiz Cláudio Romaneli, presidente do FONSET; e Elizabeth Tinoco, diretora regional da OIT.
Em seu discurso, Brizola Neto destacou a importância do encontro, que coloca o Brasil na vanguarda da discussão sobre o trabalho decente, além de enfatizar a necessidade da construção de uma agenda. “Esse processo será de suma importância para mostrar o caminho que o nosso país deve trilhar a partir dos próximos dias. Afinal, o trabalho é a fonte propulsora e o motor do progresso”, disse.
Brizola Neto também salientou o papel econômico em todo este cenário. “Desenvolvimento econômico e justiça social. Um não existe sem o outro. A partir dessas discussões, surge um novo caminho para um novo mundo. Não haverá trabalho decente sem uma economia igualmente decente. Essa 1ª conferência representa um passo importante de afirmação àquele Brasil que desejamos: rico e definitivamente sem pobreza”, finalizou.
1º dia de discussões nas salas temáticas
Norteados por quatro eixos temáticos (Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho, Proteção Social, Trabalho e Emprego e Fortalecimento do Tripartismo e do Diálogo Social como instrumento de governabilidade democrática), a partir desta quinta-feira (09), mais de 1250 delegados se dividem em 12 grupos temáticos para discutir alguns temas inerentes às salas. São elas:
- Igualdade de oportunidades e de tratamento, especialmente para jovens, mulheres e pessoas negras;
- Negociação coletiva e políticas de valorização do salário mínimo;
- Saúde e segurança no trabalho;
- Prevenção e erradicação do trabalho infantil, do trabalho escravo e do tráfico de pessoas e migração para o trabalho;
- Informalidade e seguridade social;
- Fortalecimento dos atores tripartites e do diálogo social;
- Políticas macroeconômicas de crédito e investimento para a geração de mais e melhores empregos;
- Sistema público de emprego, Trabalho e Renda e educação profissional;
- Micro e pequenas empresas, empreendedorismo e educação profissional;
- Emprego rural e agricultura familiar;
- Empresas sustentáveis e cooperativas;
- Empregos verdes e desenvolvimento territorial sustentável; empreendimentos de economia solidária e inclusão produtiva de grupos vulneráveis.
Tadeu Inácio
Matéria publicada no site da SERT
terça-feira, 3 de julho de 2012
Ministro Brizola Neto reúne-se com lideranças sindicais em São Paulo
As lideranças sindicais estiveram reunidas na manhã desta sexta-feira (29), na sede da Força Sindical para tratar de assuntos relevantes à classe com o ministro do Trabalho, Brizola Neto. Entre os muitos convidados, estiveram presentes o presidente em exercício da Força Sindical, Miguel Torres, e o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, João Inocentini.
A reunião trouxe à tona alguns questionamentos relevantes ao trabalhador por parte dos líderes sindicais, sobretudo aquelas direcionadas à questão do fator previdenciário e à revisão da portaria 186, que, para muitos, traz prejuízo aos trabalhadores. A portaria 186 fixa normas sobre registro sindical e alterações estatutárias das entidades. Com exceção à CUT, todas as centrais sindicais são contrárias à portaria. O fundamental para superar a portaria 186, segundo o ministro, é que “ocorra a construção de um regramento claro, que não deixe um caráter subjetivo para análise dos processos e que o MTE cumpra sua função constitucional.”
Em seu discurso, Brizola Neto, que assumiu o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) há menos de 60 dias, destacou o momento de recuperação do poder intermediador de sua pasta, além de destacar a importância da construção de uma agenda sindical. “É necessário voltar a construirmos um diálogo social, chamando as centrais sindicais para reuniões no MTE”, disse. “Ela servirá para corrigir algumas distorções que aconteceram com o MTE ao longo dos anos”, acrescentou.
Por fim, o ministro, lembrando o avô Leonel Brizola, destacou a importância das políticas públicas priorizarem a educação no país. Brizola Neto aproveitou a ocasião para anunciar a aprovação do projeto que prevê a construção de diversos centros educacionais. “A grande saída para enfrentarmos a crise tem sido a afirmação de políticas que coloquem o trabalho no centro do processo de desenvolvimento nacional”, discursou. O último censo mostrou que 71% dos trabalhadores brasileiros estão formalizados (no final da década de 90, eram menos de 50%).
“O investimento na qualificação faz com que o país consolide o processo de aumento da produtividade, de melhoria na qualidade dos postos de trabalho e, consequentemente, da renda. Sempre defendemos um grande caminho da educação, seja ela normal ou profissional”, encerrou Brizola.
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A reunião trouxe à tona alguns questionamentos relevantes ao trabalhador por parte dos líderes sindicais, sobretudo aquelas direcionadas à questão do fator previdenciário e à revisão da portaria 186, que, para muitos, traz prejuízo aos trabalhadores. A portaria 186 fixa normas sobre registro sindical e alterações estatutárias das entidades. Com exceção à CUT, todas as centrais sindicais são contrárias à portaria. O fundamental para superar a portaria 186, segundo o ministro, é que “ocorra a construção de um regramento claro, que não deixe um caráter subjetivo para análise dos processos e que o MTE cumpra sua função constitucional.”
Em seu discurso, Brizola Neto, que assumiu o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) há menos de 60 dias, destacou o momento de recuperação do poder intermediador de sua pasta, além de destacar a importância da construção de uma agenda sindical. “É necessário voltar a construirmos um diálogo social, chamando as centrais sindicais para reuniões no MTE”, disse. “Ela servirá para corrigir algumas distorções que aconteceram com o MTE ao longo dos anos”, acrescentou.
Por fim, o ministro, lembrando o avô Leonel Brizola, destacou a importância das políticas públicas priorizarem a educação no país. Brizola Neto aproveitou a ocasião para anunciar a aprovação do projeto que prevê a construção de diversos centros educacionais. “A grande saída para enfrentarmos a crise tem sido a afirmação de políticas que coloquem o trabalho no centro do processo de desenvolvimento nacional”, discursou. O último censo mostrou que 71% dos trabalhadores brasileiros estão formalizados (no final da década de 90, eram menos de 50%).
“O investimento na qualificação faz com que o país consolide o processo de aumento da produtividade, de melhoria na qualidade dos postos de trabalho e, consequentemente, da renda. Sempre defendemos um grande caminho da educação, seja ela normal ou profissional”, encerrou Brizola.
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